A BUGA prática

Para o Rui Costa, as coisas já não são como eram em relação à utilização da BUGA. A família tem crescido e a BUGA deixou de ser o seu meio de transporte. Para ele, o conceito com que foi criada.

Em tempos idos, utilizava a bicicleta para tudo e a BUGA fez parte de algumas rotinas. Quando vivia no centro da cidade, era a pedalar que ia até ao trabalho, ou em deslocações entre casa e a estação quando viajava de comboio. Era até como levava a filha, numa cadeirinha das que ainda hoje se podem encontrar na loja da BUGA. Considerava-a prática.

“Cheguei a levar uma caixa de garrafas de vinho no cestinho da BUGA”.

Nota que a autarquia tem tido preocupação em criar infra-estruturas para o uso da bicicleta, mas tem de haver “mais civismo” para resultar. Ciente de que Aveiro tem muitos adeptos das duas rodas, arrisca ainda uma referência a Lund, uma cidade sueca “onde há uma espécie de auto silo para bicicletas nas estações”.