Caímos, rebolámos e rimos

Só o a chuva vai conseguindo impedir a Inês Rafaela de pedalar diariamente os 6 ou 7 quilómetros que separam a Gafanha da Nazaré da cidade de Aveiro, onde está a estudar. Para além de ser o seu “único meio de transporte, é também a melhor forma de fazer exercício físico”.

A BUGA já lhe ofereceu experiências felizes. E arranhões, algo que costuma acontecer quando duas amigas, cada uma a conduzir a respetiva BUGA, embatem uma na outra. “Numa curva em direção à estação de comboios”, caíram e fizeram parar o trânsito. “Os condutores começaram a buzinar, nós rebolámos no chão e ainda nos rimos de tudo”. “Ficámos só com alguns arranhões, mas nada de especial. As BUGAs ficaram em condições, só saltou a corrente de uma e nós arranjámos logo. Somos mulheres, mas sabemos fazer essas coisas”.

A Inês tem bicicleta própria. Ela não tem utilizado as BUGAs nos últimos tempos, mas nota que lhes “falta alguma cor”.