A candidata

Para a Fátima Vida “o ciclismo é mais do que um hobby”. Não há  dia em que não pedale para ir para o trabalho, para treinar ou para competir. Esta “atleta federada quer continuar a evoluir para, quem sabe, no próximo ano já ter algum título nacional”.

Começou o namoro aos 16 anos, na altura gastou uns “50 euros numa bicicleta”. Consumou-se ali uma união com as duas rodas. Foi nesta fase que começou a participar em algumas provas e, hoje em dia, não há quem lhe tire este bichinho. Como ciclista assídua e pontual, está habituada às bicicletas de competição. Procura ritmos, velocidades, desafios e afinações que não tem como encontrar nas BUGAs.

“Andar na BUGA foi uma sensação estranha”. Não espanta. Sabemos perfeitamente que não será montada numa BUGA que a Fátima chegará  a campeã nacional.

Ela gostava de ver as pessoas a aproveitarem as BUGAs e o que a cidade de Aveiro tem para dar. Crê que “cores mais apelativas e, já que as bicicletas precisam de ser afinadas todos os meses, a organização de uma oficina” podem chamar mais pessoas para as bicicletas.

Entretanto adverte para efeitos imediatos da utilização diária da bicicleta: “chegar com uma outra disposição ao trabalho”.