Ao contrário das estradas

Natural de Vila Real, há doze anos que Eduardo Reanha mora em S. Bernardo e trabalha em Aveiro. Era montado na bicicleta que enfrentava o quotidiano até chegarem os filhos.

“Vivo a 5km e chegava mais depressa ao trabalho do que se fosse de carro. Até ia almoçar a casa”.

Ainda faz BTT regularmente. Mas aqui a história é outra.

“Ao contrário das estradas, no BTT quanto mais acentuado for o terreno mais estimulante é o desporto”.

Andou poucas vezes de BUGA e sempre em pequenos passeios. Para o Eduardo, há muitos carros nas estradas de Aveiro e isso assusta-o. Novas ciclovias deviam ser uma prioridade, tal como o restauro das BUGAs.

“O conceito é óptimo mas seria importante pôr as BUGAs direitinhas”. É fundamental existir um financiamento que permita um uso regular, por parte dos estrangeiros e dos cidadãos de Aveiro.

Atento, elogia as decorações em renda que as bordadeiras de Aveiro deixaram nas BUGAs. Mas sente que não é o suficiente para dar um novo impulso à sua utilização.