Os turistas alemães gostam da BUGA

A Anastácia trabalha em part-time no hostel Baga de Sal. É da Ucrânia, mas tem nacionalidade portuguesa e vive em Aveiro há muito tempo.

Quando era miúda andava muito de bicicleta, com o irmão e com os amigos. Hoje em dia, a bicicleta não faz parte dos seus hábitos, mesmo não tendo carro. Estuda e trabalha e não lhe resta tempo para pedalar. Além disso, gosta de andar a pé.

“Moro no centro da cidade e não preciso de nada para me deslocar”.

Já experimentou a BUGA e até foi a pedalar numa que conheceu a cidade onde hoje vive. O pai requisitava três bicicletas, para ele, para ela e para o irmão, e iam passear pela cidade.

Considera que a BUGA é um projecto interessante. E por isso mesmo, fala dela sempre que os clientes do hostel lhe perguntam o que podem visitar ou fazer.

“Muitas pessoas desconhecem que a utilização da bicicleta é gratuita”.

A Anastácia nota que as pessoas que mais se interessam pela BUGA são os jovens, as pessoas mais velhas já não ligam tanto. E dentro desse grupo, são os turistas alemães quem mais se entusiasma e a utiliza.

“Vejo que ficam entusiasmados e depois comentam, mas nunca trouxeram nenhuma BUGA para aqui, nunca vi”.